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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Batalha nas regiões celestiais!!!

Batalha nas regiões celestiais

Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Ef. 6:12



 A batalha pela nossa nação, nossas famílias, nosso avanço é uma uma btalha que acontece nas regiões celestes, mas que afeta os eventos na Terra.

- Mas não importa quantos principados e poderes se opõem a seu rompimento.

- Não importa as ameaças dos poderes em levar os nossos filhos, nossa cultura, nossa economia e nossa nação em cativeiro, Deus tem uma arma poderosa em seu arsenal.

- É a Sua Igreja orando e jejuando.

A oração é a cápsula que contém os nossos dons e pedidos a Deus, e  o jejum é o foguete que levanta as nossas orações para além das fronteiras da Terra e em direção aos céus para destruir e derrubar os poderes das trevas.

Este é o ano do FAVOR DE DEUS, das GERAÇÕES DO GOVERNO!

Deus quer nos tirar do modo de sobrevivência. Ele quer nos levar além de vitória, PARA o triunfo sobre os poderes das trevas que se opõe a nós, a nossas igrejas, famílias, e nossa nação.

Este triunfo virá quando nos  posicionamos usando as armas poderosas que Deus tem nos dado, a oração e o jejum.



Enquanto você jejua nesta semana, junte a nós, orando pela nossa nação.

- Estamos pedindo a Deus por uma nova geração de líderes e dirigentes em todas as esferas, que abraçam os valores divinos e lutam por um pais mais justo!!

- Pela quebra do espírito de mamom sobre a vida dos ministros e contores!!

- Estamos orando para que os nossos filhos, sirvam ao Deus vivo e não a um mestre qualquer, estamos orando por nossa economia, melhores empregos, promoções e bênçãos financeiras sobre todo povo de Deus.

Estamos orando por um despertamento na igreja que vai levar a nossa nação ao pés do Senhor!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Políticos – Como destruir A ESPERANÇA das pessoas em sete lições!!

Desabafo de um pai e seu filho com a política nacional

Políticos – Como destruir A ESPERANÇA das pessoas em sete lições!



- Os Políticos parecem nem fingir mais que estão representando os interesses do povo.

Nestes dias eles conseguiram transformar algo nobre, em uma das carreiras menos respeitadas e, em resposta, os políticos parecem ter abandonado até mesmo as pessoas que deveriam representar.

- Os políticos deveriam ser aqueles que dão voz aos que não tem voz, expressão aos invisíveis e trazer esperança para a sua comunidade.



Infelizmente, eles não fazem isso há muito tempo. Mas sem dúvida podemos aprender algo dos seus caminhos.



Lições, dos erros dos “políticos”, que quando cometidos, destroem a “ESPERANÇA”.

 » Em todas as coisas, olhe para o dinheiro em primeiro lugar. Ouça as pessoas com dinheiro, responda às pessoas com dinheiro, justifique as suas ações em torno do dinheiro.

 » Finja que você sabe tudo sobre tudo. Aspire defender causas e executar sistemas que você não entende.

» Comprometa-se com as questões importantes, mas trabalhe e lute sempre pelas questões pequenas e insignificantes.

 » Ao longo do seu mandato: concentre-se obsessivamente em curto prazo. Nunca pense em soluções a longo prazo.

 » Culpe o sistema, culpe os outros, culpe os seus antecessores para o fato de que suas ideias e trabalho não estão ajudando e nem funcionando na sociedade.

 » Quando tiver que escolher entre, o partido, o grupo, a fama, o glamour, a televisão ou ajudar as pessoas nas trincheiras da sociedade, através do trabalho duro, “não escolha as pessoas”.

 » Quando um problema difícil mostrar-se, se omita, se abstenha. Agrade a tudo e a todos, não se queime com ninguém!

Os governos têm uma crise identificada, a classe política (com raríssimas exceções).

A política é uma das carreiras, menos respeitadas, em grande parte por causa das decisões que os políticos tomam e da maneira como eles tomam.

Pelo menos eles nos mostram um guia de como não fazer as coisas no mundo real.

A nossa grande lição é: chega de omissão, de apatia, não permita mais estes tipos de pessoas falarem por você!!

Fadi e Johnatan Faraj

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Será que Deus é culpado?

Vendo as ultimas coisas que estão ocorrendo em nossa nação, vi que estamos caminhado para as mesmas coisas que estaõ ocorrerendo na sociedade americana!

SE PUDER LEIAM!!


Será que Deus é culpado?

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:

Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.

Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.

Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolvesse mais conosco?

À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...


Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray Ohare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...

A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

Um perito nesse assunto deve saber o que está falando.

E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.

Então foi decidido que nenhum professor poderia disciplinar os alunos... (há diferença entre disciplinar e tocar).

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.

E nós aceitamos sem ao menos questionar.

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.

E nós dissemos: Está bem!

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.

E nós dissemos:

Está bem, isto é democracia, e eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso.

Depois outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;

Porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:

Nós colhemos só aquilo que semeamos!!!

Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?
A resposta dele:
Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Parabéns ao Supremo Tribunal Federal

Parabéns ao Supremo Tribunal Federal

Esse é o governo do PT, para o PT e sob o PT

Julio Severo
Em decisão totalmente arbitrária ontem, o Supremo Tribunal Federal decretou sua legitimidade para a união civil gay e adoção de crianças por duplas gays. Arbitrária porque, embora essa seja a vontade patente do governo, da mídia esquerdista, da militância gay e do STF, não é a vontade do povo.
Não dava para decidir conforme o povo quer? Pesquisas no Brasil indicam que o povo fortemente rejeita essas imposições, inclusive adoção de crianças por duplas homossexuais.
Alguém certa vez disse que a melhor forma de governo é o “governo do povo, para o povo e sob Deus”.
Do povo? Se dependesse dos sentimentos, tradições e valores do povo, os ministros do STF teriam julgado com justiça, não com ideologia.
Para o povo? Se os ministros do STF se preocupassem com os sentimentos, tradições e valores do povo, teriam votado a favor do povo, não contra ele.
Sob Deus? Com Deus, é possível defender a justiça e resistir às tentações ideológicas e politicamente corretas. Sem Deus, tudo é possível.
O que o governo, mídia liberal e militância gay não conseguiram através do Congresso Nacional, devido à resistência do povo, conseguiram mediante suas majestades do STF, escolhidas em grande parte por suas majestades do PT, impor uma decisão que vai contra os sentimentos, tradições e valores do povo, sejam de proteção ao casamento natural ou às crianças.
Esqueça os sentimentos, tradições e valores do povo. Esse é o governo do PT, para o PT e sob o PT.
Essa imposição segue a tradição socialista soviética e nazista. Só para lembrar: o Partido Nazista era oficialmente o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista.
O povo que escolhe socialismo, come socialismo a força, seja por meio dos tribunais ou decretos imperiais.
Maioria dos legisladores brasileiros rejeita agenda pró-aborto do partido do governo

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Carta Enviada a Senadora Marta Suplicy sobre o Pl 122/2006

Recebi este email de um irmão e decidi postar, Vale a pena ler!

Bom dia Excelentíssima Senadora Marta Suplicy,
Segue algumas considerações e protesto a ser feito sobre o apoio da Senadora  a Pl 122/2006 .
A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual. O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:
Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?
Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).
E para completar , se a Sr(a.) Senador(a) se arrependa dos seus pecados, de apoiar algo desse tipo, que afronta os valores da família, querendo impor algo à sociedade, que é formada por uma minoria de pessoas, que se acham no direito de se tornarem uma classe especial de seres humanos.
A Sr(a). como representante do povo, deveria sim se atentar a causas mais nobres e elementares, do que ficar preocupada em defender uma minoria que se diz descriminalizada, com essa lei, a própria homofobia já está sendo praticada.
Não somos melhores do que ninguém, nem piores, não tenho nada contra o que fazem o deixam de fazer entre quatro paredes, são problema deles, o que não posso aceitar, é ver meus filhos crescendo com um conceito que deturpa totalmente os princípios da família.
Famílias essas que, semana passada foi agredida por um louco, 12 famílias que parte delas foi destruída, e assim vai ser se essa lei chegue a ser aprovada no calar da noite, como tem sido.
Pense nisso.
Que o Senhor Deus te abençoe.
o texto principal foi escrito pelo Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mais Que Um Carpinteiro

O que Torna
Jesus Tão
Peculiar?

Recentemente, eu falava a um grupo de pessoas em Los Angeles, e perguntei-lhes: "Em sua opinião, quem é Jesus Cristo?" A resposta foi que ele era um grande guia reli­gioso. Concordei com isso. Jesus Cristo real­mente foi um grande líder religioso. Mas penso que ele não foi apenas isso.
Através dos séculos, a humanidade tem se dividido a propósito desta questão: "Quem é Jesus?" Por que tanto atrito em torno de um indivíduo? Por que é que este nome, mais que qualquer outro nome de qualquer outro guia religioso, suscita tanto conflito? Por que é que quando se fala a respeito de Deus, ninguém se perturba, mas basta mencionar­mos o nome de Jesus, e as pessoas logo querem encerrar a conversa? Ou então colo­cam-se na defensiva. Certa vez comentei qualquer coisa a respeito de Cristo com um motorista de táxi em Londres, e imediata­mente ele disse: "Não gosto de discutir reli­gião; principalmente se for para falar de Jesus Cristo."
Por que é que, em se tratando de Jesus, a situação difere da de outros líderes religiosos? Por que os nomes de Buda, Maomé ou Confúcio não "agridem" as pessoas? A razão é que estes outros homens não declararam que eram Deus, e Jesus o fez. E é este ponto que o torna tão distinto dos outros guias religiosos.
Não demorou muito para que o povo que conheceu Jesus reconhecesse que ele fazia declarações contundentes a respeito de si mesmo. Logo ficou claro para seus ouvintes que suas proclamações o identificavam não apenas como um novo profeta ou mestre, mas como um homem que era mais que isso. Ele fazia alusões claras a sua divindade. Estava-se apresentando como a única via de ligação que possibilitava um relacionamento do ho­mem com Deus, o único recurso para o perdão dos pecados, e o único caminho para a salvação.
Para muitas pessoas isto é por demais exclusivístico, é uma situação muito drásti­ca, para que acreditem nela. Entretanto, a questão não é o que queremos pensar ou crer, mas, antes, quem Jesus se declarava ser.
O que os documentos do Novo Testamento esclarecem acerca desse assunto? Muitas vezes escutamos a expressão: "A divindade de Cristo". Isto significa que Jesus Cristo é Deus.
O teólogo A. H. Strong, em sua obra Teologia Sistemática, define Deus da seguin­te maneira: "Um espírito infinito e perfeito, em quem todas as coisas têm sua origem, existência e fim."1 Esta definição de Deus é adequada para todos os deístas, incluindo maometanos e judeus. O deísmo ensina que Deus é uma pessoa e que o universo foi planejado e criado por ele. E, atualmente, Deus o governa e sustenta. O deísmo cristão acrescenta uma nota à definição enunciada acima: "...e se manifestou em carne, na pessoa de Jesus de Nazaré."
Na verdade, Jesus Cristo é um nome e um título. O nome Jesus deriva da forma grega do vocábulo Jeshua, ou Josué, e que significa “Jeová é Salvador", ou "o Senhor salva". O título Cristo deriva da forma grega do vocá­bulo Messias (ou do hebraico Mashiah — Dn 9.26), que significa o "Ungido". O emprego deste título, Cristo, fala de dois encargos, rei e sacerdote. Ele apresenta Jesus como o prometido sacerdote e rei das profecias do Velho Testamento. Esta apresentação é pon­to vital para uma compreensão adequada de Jesus e do cristianismo.
O Novo Testamento apresenta Cristo co­mo Deus. Os nomes a ele aplicados no Novo Testamento são tais, que somente poderiam ser aplicados, com justiça, a alguém que fosse Deus. Por exemplo: Jesus é chamado de Deus no verso seguinte: "Aguardando a ben­dita esperança e a manifestação do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus" (Tt 2.13; comparar com Jo 1.1; Hb 1.8; Rm 9.5 e 1 Jo 5.20,21). As Escrituras lhe atribuem ca­racterísticas que só podem ser verdadeiras se aplicadas a Deus. Jesus é apresentado como um ser de subsistência própria (Jo 1.4; 14.6); um ser onipresente (Mt 28.20; 18.20); onisciente (Jo4.16; 6.64; Mt 17.22-27); onipo­tente (Ap 1.8; Lc 4.39-55; 7.14,15; Mt 8.26, 27), e como possuindo vida eterna (1 Jo 5.11, 12, 20; Jo 1.4).
Jesus recebeu honrarias e adoração so­mente devidas a Deus. Em um confronto com Satanás, ele disse: "Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto." Contudo, Jesus aceitou adoração como Deus (Mt 14.33; 28.9), e algumas vezes demandou ser adorado como Deus (Jo 5.23; comparar com Hb 1.6; Ap 5.8-14).
A maioria dos seguidores de Jesus eram judeus de profundas convicções religiosas, que acreditavam em apenas um Deus verda­deiro. Eram monoteístas até o fundo da alma, e, no entanto, reconheceram-no como o Deus encarnado.
Devido á sua profunda formação rabínica, Paulo ainda teria menos probabilidade de atribuir divindade a Jesus, de adorar um homem de Nazaré e chamá-lo Senhor. Mas foi exatamente o que ele fez. Reconheceu o cordeiro de Deus (Jesus) como sendo Deus ao dizer: "Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com seu próprio sangue."
Respondendo à pergunta de Cristo sobre quem era ele (Cristo), Pedro fez a seguinte declaração: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". E a reação de Jesus a esta confissão de Pedro não foi uma palavra de correção quan­to à justeza de sua afirmação, mas antes um reconhecimento da veracidade dela e a fonte da revelação: "Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que está nos céus." (Mt 16.17.)
Marta, uma amiga de Jesus, disse-lhe: "Eu tenho crido que tu és o Cristo (Messias) o Filho de Deus que devia vir ao mundo." (Jo 11.27.) E há também Natanael, o qual pensa­va que nada de bom poderia provir de Naza­ré. Ele reconheceu que Jesus era: "O Filho de Deus; o Rei de Israel."
Enquanto Estêvão estava sendo apedreja­do, "invocava e dizia: "Senhor Jesus, recebe o meu espírito." (At 7.59.) O autor da carta aos Hebreus chama Cristo de Deus ao dizer: "Mas, acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre." (Hb 1.8.) João Batista anunciou a vinda de Cristo afirmando: "E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea como pomba; e ouviu-se uma voz do céu: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo."
E também temos, naturalmente, a confis­são de Tome, mais conhecido como o "duvi­doso". Talvez ele fosse um desses estudantes de pós-graduação, pois declarou: "Não acre­ditarei enquanto não puser o dedo na cicatriz dos cravos." Compreendo esta atitude de Tomé. O que ele dizia era: "Ora, não é todo dia que uma pessoa ressuscita de entre os mortos, ou se declara ser Deus encarnado. Preciso de maiores evidências." Oito dias depois, após ele haver exposto suas dúvidas acerca de Jesus perante os outros discípulos, "estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convos­co. E logo disse a Tome: Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; chega também a tua mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo mas crente. Respondeu-lhe Tome: Senhor meu e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem aventurados os que não viram e creram." (Jo 20.26-29.J Jesus aceitou a afirmação de Tome que se dirigiu a ele como Deus. Ele repreendeu o apóstolo por sua incredulidade, mas não por sua atitude de adoração.
A esta altura, algum crítico pode objetar que todas estas referências são de terceiros opinando sobre Cristo, e não do próprio Cristo falando acerca de si mesmo. O argu­mento geralmente apresentado em salas de aula é que o povo do tempo de Cristo enten­deu-o erradamente, assim como nós fazemos na atualidade. Em outras palavras, Jesus realmente não se declarou ser Deus.
Bem, creio que ele o fez, e creio que a prova da divindade de Cristo pode ser extraí­da diretamente das páginas do Novo Testa­mento. As referências são inúmeras e seu significado é bastante claro.
Um certo homem de negócios examinou as Escrituras para verificar se Cristo se procla­mava ser Deus e disse: "Qualquer pessoa que ler o Novo Testamento e não chegar à conclusão de que Jesus declarou sua divinda­de, deve ser tão cego quanto outro que estivesse na rua, num dia ensolarado, e dissesse não estar enxergando o sol."
No Evangelho de João temos a descrição de um confronto entre Jesus e alguns judeus. O atrito foi originado pela cura de um aleija­do, efetuada por Jesus num sábado, sendo que Jesus dissera ao homem que tomasse o leito e se fosse. "E os judeus perseguiam a Jesus, porque fazia estas cousas no sábado. Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus." (Jo 5.16-18.)
Alguém pode dizer o seguinte: "Olhe aqui, Josh, até eu posso dizer: "Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também." E daí? Isto não prova nada." Sempre que estamos estu­dando um documento deste, temos que levar em conta a linguagem, a cultura e prin­cipalmente a pessoa ou pessoas a quem foi dirigido. No caso em foco, a cultura é a judaica; e as pessoas a quem foi dirigida a declaração são líderes religiosos dos judeus. Vejamos como eles entenderam as observa­ções de Jesus, há dois mil anos atrás, no contexto de sua própria cultura. "Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus." (Jo 5.18.) Por que uma reação tão drástica?
A razão é que Jesus disse "meu Pai", e não "nosso Pai", e depois acrescentou: "tra­balha até agora". O fato de ele haver pro­nunciado estas duas frases colocava-o em igualdade de condições com Deus, e no mes­mo plano de atividades. Os judeus não se referiam a Deus como "meu Pai". Ou então, se o fizessem, restringiriam mais a declara­ção acrescentando "celeste". Entretanto, Je­sus não fez isso. Quando ele chamou a Deus "meu Pai", fez um pronunciamento que os judeus não poderiam interpretar de outra forma. Além disso, o Senhor deu a entender que. enquanto Deus estava trabalhando, ele, o Filho, trabalhava também. E nessa frase, outra vez os judeus compreenderam a impli­cação de que ele era o Filho de Deus. Como conseqüência desta afirmação, o ódio deles se acirrou. Embora estivessem querendo an­tes de tudo persegui-lo, começaram a pensar em matá-lo.
Jesus não somente reivindicara uma igualdade com Deus, como seu Pai, mas tam­bém declarava que era um com o Pai. Duran­te a Festa da Dedicação, em Jerusalém, ele foi procurado por alguns líderes que lhe in­dagaram acerca de ser ele o Cristo. Jesus encerrou seu comentário dizendo: "Eu e o Pai somos um." (Jo 10.30.) "Novamente pegaram os judeus em pedras para lhe atirar. Disse-lhes Jesus: "Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte do Pai; por qual delas me apedrejais? Responderam-lhe os judeus: Não é por obra boa que te apedrejamos, e, sim, por causa de blasfêmia, pois sendo tu ho­mem, te fazes Deus a ti mesmo." (Jo 10.31-33.)
Alguém pode espantar-se ao ver uma rea­ção tão forte para com o fato de Jesus haver afirmado ser um com o Pai. Uma implicação interessante desta frase vem à tona quando estudamos o texto grego. O estudioso do grego. A. T. Robertson, explica que este "um" no grego, é neutro, e não masculino, e indica uma unidade, não de pessoa ou de propósito, mas, antes, de "essência ou natu­reza". E depois, Robertson acrescenta: "Esta forte declaração é o clímax das proclamações de Cristo acerca da relação existente ntre o Pai e ele (o Filho). Estas proclamações agitaram os fariseus, levando-os a uma cólera incontrolável."2
Fica evidente, portanto, que para aqueles que ouviram esta afirmação de Jesus não havia dúvida de que ele se proclamava ser Deus. Assim, escreve Leon Morris, diretor do Ridley College, de Melbourne: "Os judeus só podiam entender as palavras de Jesus como uma enorme blasfêmia, e decidiram-se a tomar o julgamento dele em suas próprias mãos. Decretava a Lei mosaica que a blasfê­mia fosse punida com o apedrejamento (Lv 24.16). Mas aqueles homens não queriam permitir que os devidos processos da Lei seguissem o seu curso natural. Não prepara­ram uma acusação formal, para que as auto­ridades pudessem tomar a ação necessária. Em seu furor, estavam-se preparando para serem juiz e algoz a um só tempo."3
E Jesus é ameaçado com apedrejamento por crime de "blasfêmia". Está claro que os judeus entenderam suas palavras, mas pode­mos perguntar: "Será que eles pararam para averiguar a veracidade delas?"
Jesus falou várias vezes de si mesmo como sendo um com Deus em essência e natureza. Ele afirmou com ousadia: "Se conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai" (Jo 8.19); "E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou" (Jo 12.45); "Quem me odeia, odeia também a meu Pai" (Jo 15.23); "A fim de que todos honrem o Filho, do modo por que honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou" (Jo 5.23); etc.
Todas estas referências indicam com clareza que Jesus apresentava-se a si mesmo não como um mero homem; antes ele era igual a Deus. E aqueles que pensam que Jesus era somente uma pessoa que gozava de intimida­de com Deus e que estava muito perto dele, meditem nessa declaração: "Se não honrais a mim como honrais ao Pai, desonrais a um e outro."
Certa ocasião, eu proferia uma série de palestras num curso de literatura da Univer­sidade de West Virgínia, e um professor in­terrompeu-me e disse que o único Evangelho que registrava palavras de Jesus, em que ele se declarava ser Deus, era o de João, o último a ser escrito. A seguir, disse que o Evangelho de Marcos, o primeiro a ser escrito, nunca menciona um pronunciamento de Cristo no qual ele declare ser Deus. Era óbvio que aquele homem nunca lera Marcos, ou, se o lera, não prestara muita atenção ao texto.
Para responder a ele, abri o livro de Marcos. Ali Jesus proclamava sua autorida­de para perdoar pecados. "Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Filho, os teus peca­dos estão perdoados." (Mc 2.5; ver também Lc 7.48-50). Pela lei judaica isto era algo que somente Deus poderia fazer; Isaías 43.2ÍL restringe esta prerrogativa apenas a Deus. Os escribas perguntaram: "Por que fala ele deste modo? Isto é blasfêmia! Quem pode perdoar pecados, senão um, que é Deus?" (Mc 2.7.) E então Jesus indagou o que seria mais fácil dizer: "Teus pecados estão per­doados", ou "Levanta-te e anda".
De acordo com o comentarista bíblico da Wycliff, esta é uma "pergunta irrespondível".
As duas frases são ambas fáceis de serem pronunciadas mas para transformar qual­quer uma das duas num ato concreto, requer um poder divino. Naturalmente, um impostor, fugindo a um desmascaramento, acharia a primeira fórmula mais simples. Jesus pro­cedeu à cura da enfermidade para que os homens soubessem que ele possuía autorida­de para cortar também a raiz dela."4 Por is­so, ele foi acusado, pelos líderes religiosos, de blasfemar. Lewis Sperry Chafer escreve que "ninguém na terra tem autoridade nem direi­to de perdoar pecados. Ninguém pode per­doar pecados senão aquele contra quem eles foram cometidos. Quando Cristo perdoou o pecado, como certamente ele o fez, não esta­va exercitando uma prerrogativa humana. E como ninguém, a não ser Deus, pode perdoar pecados, está conclusivamente demonstrado que Cristo é Deus, pois perdoou pecados."5 Este conceito de perdão importunou-me por algum tempo, pois eu não o entendia. Certo dia, numa classe de filosofia, respon­dendo a uma pergunta acerca da divindade de Cristo, citei os versos de Marcos, mencio­nados acima. Um assistente da cátedra con­testou minha conclusão de que o perdão concedido por Cristo demonstrava sua divin­dade. Disse que ele próprio poderia perdoar alguém, e aquilo não significaria que ele se proclamava ser Deus. Enquanto eu meditava no que ele dissera, ocorreu-me a razão por que os líderes religiosos reagiram contra Cristo. É verdade, qualquer um pode dizer: "Eu o perdôo", mas isto só pode ser feito pela pessoa contra quem o erro foi cometido. Em outras palavras, se alguém pecar contra mim, eu posso dizer "Eu o perdôo", mas não era isso que Cristo estava fazendo naquele momento. O paralítico pecara contra Deus, o Pai, e então Jesus, em sua própria autorida­de, disse: "Teus pecados estão perdoados." Realmente; podemos perdoar ofensas cometi­das contra nós, mas de forma alguma nin­guém pode perdoar pecados cometidos con­tra Deus, a não ser o próprio Deus. E foi isso que Jesus fez.
Não admira que os judeus tenham reagido com tamanha intensidade ao ver um carpin­teiro de Nazaré fazer uma declaração tão audaciosa. Esta autoridade de Jesus para perdoar pecados é um admirável exemplo de seu exercício de uma prerrogativa que per­tence unicamente a Deus.
Ainda no Evangelho de Marcos, temos o julgamento de Jesus (14.60-64). as ocorrên­cias daquele julgamento são uma das mais claras referências à proclamação que Jesus fazia de sua divindade. "Levantando-se o sumo sacerdote, no meio, perguntou a Jesus: Nada respondes ao que estes depõem contra ti? Ele, porém, guardou silêncio, e nada res­pondeu. Tornou a interrogá-lo o sumo sacer­dote, e lhe disse: És tu o Cristo, o Filho do Deus bendito? Jesus respondeu: Eu sou, e vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-poderoso e vindo com as nuvens do céu. Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes e disse: Que mais necessidade temos de testemunhas? Ouvistes a blasfêmia: que vos parece? E todos o julgaram réu de mor­te." (Mc 14.60-64.)
A princípio, Jesus não queria responder, e então o sumo sacerdote colocou-o sob jura­mento. E sob juramento era obrigado a res­ponder (e como fico contente que ele o tenha feito). Jesus respondeu à pergunta: "És tu o Cristo, o Filho do Deus bendito?" com as palavras: "Eu sou."
Uma análise do testemunho de Cristo mos­tra que ele se declarou ser: (1) o Filho do Deus bendito; (2) aquele que se sentaria à mão direita do Todo-poderoso, e (3) o Filho do homem que viria com as nuvens do céu. Cada uma destas afirmações é de conteúdo defini­damente messiânico. O efeito de uma combi­nação das três é de grande significado. O Sinédrio, ou seja, a corte judaica, percebeu os três pontos, e o sumo sacerdote reagiu rasgando suas roupas e dizendo: "Que neces­sidade temos de mais testemunhas?" Por fim, eles próprios ouviram dele aquela declara­ção. E o Senhor foi condenado pelas palavras de sua boca.
Robert Anderson afirma: "Nenhuma evi­dência confirmatória é mais convincente do que a de uma testemunha contrária, e o fato de que o Senhor proclamava sua divindade é incontestavelmente estabelecido pela própria ação de seus inimigos. Devemos lembrar-nos de que os judeus não eram uma tribo de selvagens ignorantes, mas um povo de cultu­ra elevada, profundamente religioso, e foi por causa desta acusação, passada sem um voto de dissenção, que ele foi condenado à morte pelo Sinédrio — o alto concilio nacio­nal dos judeus, composto de seus mais emi­nentes líderes, inclusive homens como Gamaliel e seu notável pupilo, Saulo de Tarso."6
Está claro, portanto, que este é o testemu­nho que Jesus queria dar a respeito de si mesmo. Vemos também que os judeus enten­deram sua resposta como uma declaração de que era Deus. Havia então duas alternativas possíveis: que suas declarações eram blasfe­mas, ou então que ele era Deus. Seus juízes enxergaram claramente a questão — e tal era a clareza, que o crucificaram e depois zombaram dele dizendo: "Confiou em Deus... porque disse: Sou Filho de Deus." (Mt 27.43.)
O comentarista H.B.Swete explica o significado do fato de haver o sumo sacerdote rasgado suas roupas. "A lei proibia ao sumo sacerdote rasgar suas roupas em um conflito particular (Lv 10.6; 21.10), mas quando atu­asse como juiz, as tradições exigiam que ele expressasse deste modo seu horror por qual­quer blasfêmia que fosse pronunciada em sua presença. O alívio do juiz está manifesto. Se não surgissem outras provas fortes, tam­bém não seriam mais necessárias: o próprio Prisioneiro se incriminara."7
Começamos a perceber que aquele não foi um julgamento comum, como bem argumenta o advogado Irwin Linton: "Singular entre os processos criminais é este, em que se acha em jogo não as ações do acusado, mas, sim, sua identidade. A acusação criminal formu­lada contra Cristo, a confissão e o testemu­nho, ou antes, o ato presenciado pelo tribu­nal, com base no qual ele foi condenado, o interrogatório levado a efeito pelo governador romano, e a inscrição e a proclamação feitas na cruz por ocasião da execução, tudo está relacionado apenas com a questão da identidade e dignidade de Cristo. 'Que pensais do Cristo? De quem é ele filho?"8
O Juiz Gaynor, o notável jurista de Nova
York, em seu comentário acerca do julga­mento de Cristo, toma a posição de que blasfêmia foi a única acusação feita contra ele, perante o Sinédrio. Ele diz: "Está claro, pelas narrativas dos Evangelhos, que o su­posto crime pelo qual Jesus foi julgado e condenado foi blasfêmia: ...ele estivera ale­gando possuir poder sobrenatural, o que, em um ser humano, era blasfêmia"9 (citando Jo 10.33). (Gaynor faz referência ao fato de Jesus "fazer-se igual a Deus" e não ao que ele disse acerca do Templo.)
Na maioria dos casos, as pessoas são julgadas por atos que praticam, mas não foi o que aconteceu com Cristo. Jesus foi julgado por causa do que ele era.
O julgamento de Jesus deve ser prova suficiente que demonstrará convincentemen­te que ele confessou sua divindade. Seus juízes dão testemunho disso. Além disso, no dia da sua crucificação seus inimigos reco­nheceram que ele se declarara ser Deus encarnado. "De igual modo os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escar­necendo, diziam: Salvou os outros, a si mes­mo não pode salvar-se. É rei de Israel! desça da cruz, e creremos nele. Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se de fato lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus." (Mt 27.41-43.)

Por
JOSH McDOWELL

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Jejum de João Batista. Liberando o Espirito de Influencia!

Jejum de João Batista. Liberando o Espirito de Influencia!

Em Mateus 9, diz que João e seus discípulos jejuavam com freqüência. Segundo as Escrituras a dieta do Nazireu era um estilo de vida que incluía, total abstinência de álcool e uma dieta de pouco mais que gafanhotos e mel.
"Naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia, e dizendo:" Arrependei-vos, pois o reino dos céus está próximo "Porque este é o aquele que foi anunciado pelo profeta Isaías, dizendo: 'A voz  que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor;. endireitai as suas veredas " Ora, João estava vestido de pêlos de camelo, com um cinto de couro à volta da cintura, e o seu alimento era gafanhotos e mel silvestre "(Mateus 3:1-4, NVI).

Eu acredito que foi em virtude de um estilo de vida de João Batista e do seu constante jejum que ele teve maior influência sobre a vida das pessoas de sua geração. Ele tinha um grande testemunho.

Jesus disse: "Em verdade vos digo que, entre os nascidos de mulher, não surgiu ninguém maior que João Batista ..." (Mateus 11:11, NVI).
À medida que entramos no período de Grandes conquistas, e da concretizacao de muitos projetos, eu me sinto muito grato pela influência e o impacto que você nos tem ajudado a ter com este ministério sobre a vida de milhares de pessoas no Brasil e diversas partes do mundo.
Juntos, estamos alimentando os famintos, ajudando a recuperar pessoas e dando abrigo aos desabrigados, resgatando os cativos e oprimidos e compartilhando o Evangelho através de nossas transmissões.

Porém, eu tenho tanta fome de tocar ainda mais vidas jamais tocadas com a mensagem de Jesus Cristo.
Acredito que através do jejum e oração, nós podemos alcançar ainda mais vidas!

Isso é o que a Bíblia diz sobre o ministério de João - "Houve um homem enviado por Deus, cujo nome era João. Este homem veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos cressem por meio dele." (João 1:06 - 7 NVI). Em outras palavras, o testemunho de João, ou a influência foi tão grande que ele deu testemunho de Jesus Cristo!

Isaías 58:8 diz: "E a tua justiça irá adiante de ti."
Sua influência vai AUMENTAR.

Nós não jejuamos para levantar nossos próprios nomes. João disse:
"Eu vos batizo com água para o arrependimento, mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de desatar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo" (Mateus 3:11 , NVI).
Porém, quando você jejua, um dos benefícios do jejum é uma maior influência sobre aqueles que o rodeiam.

Deus fará crescer a sua influência assim como cresce a sua luz, para que mais pessoas possam ver a luz de Cristo em você.
Iasias 60 1-3 Levanta-te, resplandece, porque é chegada a tua luz, e é nascida sobre ti a glória do Senhor. Pois eis que as trevas cobrirão a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o Senhor virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti. E nações caminharão para a tua luz, e reis para o resplendor da tua aurora.

Você pode brilhar sua luz com mais poder e determinação em seu trabalho, na sua área de atuação, em sua família e entre seus amigos.
Por causa de sua determinação para ser usado por Deus, João Batista teve um papel fundamental no lançamento do ministério de Jesus na Terra. João não somente  pregou que o Messias estava chegando, mas também foi ele escolhido para batizar Jesus.
"Então veio Jesus da Galiléia até João no Jordão para ser batizado por ele" (Mateus 3:13, NVI).

Como João, nós também podemos influenciar toda uma geração de pessoas na terra com nosso jejum e oração!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ele declarou guerra!

Recebi este email de um irmão em Cristo e decidi postar!!
Não podemos permitir que um grupo que tem apenas uma "PREFERENCIA SEXUAL",venhar roubar nosso direito a opinião!!
TEMOS O DIREITO DE DISCORDAR E TER OPINIÃO!!! NÃO PODEMOS PERMITIR O "EVANGELHOFOBIA" EM NOSSA NAÇÃO!!!
abs Fadi Faraj

Ele declarou guerra! E NOIS????

Deputado gay Jean Wyllys declara guerra aos cristãos e promove censura na internet

Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys (PSOL/RJ) foi o usuário Carlos Vendramini, @crfvendramini

Deputado ex-BBB quer calar toda oposição aos projetos que defende

Deputado gay Jean Wyllys declara guerra aos cristãos e promove censura na internet

O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.

Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus "inimigos".

O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.

Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o "casamento" homossexual, as cartilhas de suposto combate à "homofobia" do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.

Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.

Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos dos militantes gays e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser "membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo" (sic) e estar praticando "perseguição" a ele.

O perfil de Vendramini no Twitter, @crfvendramini, foi censurado na quinta-feira, 17/03/2011. Também sua página no Facebook foi eliminada, sem nenhuma justificativa, havendo a possibilidade de ter sido hackeada.

A censura imposta por Jean Wyllys a Carlos Vendramini provocou inúmeras reações no Twitter na sexta-feira, a maioria delas de repúdio à ação do deputado e em apoio ao usuário que teve seu perfil eliminado.

Alguns participantes do Twitter tentaram entrar em contato com Carlos Vendramini por e-mail, mas não obtiveram resposta, e se mostram preocupados com o que mais pode ter acontecido, já que ele vinha recebendo ameaças de ativistas gays que diziam estar "de olho" nele e em outros usuários que criticam os projetos e exigências da militância homossexual.

terça-feira, 29 de março de 2011

FÉ: A CHAVE QUE ATIVA A UNÇÃO!!

FÉ: A CHAVE QUE ATIVA A UNÇÃO

Texto: Lucas 8.42-48

Chegou o dia em que o peso e a carga serão tirados da sua vida e de seus ombros. E o jugo do seu pescoço será despedaçado por causa da unção.

Existem pessoas que estão carregando um peso enorme, estão encurvadas, sobrecarregadas por dívidas e por problemas. Este peso e esta carga serão tirados e despedaçados de sua vida hoje.

Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11.29-30

Há algo que o diabo quer e tem colocado sobre a vida de muitas pessoas e elas se tornam sobrecarregadas. Jesus é um grande exemplo. Ele é tão tremendo que tiveram momentos em sua vida, como na tempestade, que ele estava simplesmente dormindo. Ele tinha certeza de que aquele que começou a boa obra iria terminar.          
Muitas pessoas estão debaixo de um peso espiritual. Talvez você não saiba, mas o seu problema, que você vive no mundo natural, na verdade está no mundo espiritual e se você quer resolvê-lo comece com a unção que é o poder liberado do Espírito Santo.

O JUGO É A SUA PRISÃO.

O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a por em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. Lucas 4.18-19

O seu passado, ou seja, aquilo que você fez não vai te prender mais e a sociedade também não, porque a unção de Deus te colocará em liberdade.
O que significa uma prisão, na prática? É a incapacidade de não conseguir fazer o que você quer e nunca realizar os seus sonhos. Isso vai mudar!
Mas é preciso que você aprenda a ministrar como Jesus ministrou. Atos 10.38
A Bíblia liga enfermidade com opressão espiritual. Deus vai liberar a saúde emocional e espiritual.


Como liberar essa unção e sair da escravidão?

Talvez o seu problema não seja uma doença física, mas sim, uma prisão. Você anda encurvado, aprisionado.
O segredo é liberar a mesma unção de poder que Deus ungiu a Jesus. O poder traz realização.  A palavra Dunamis significa: Poder milagroso.

No meio de uma multidão todos apertavam Jesus e ele parou, olhou à sua volta e disse: “Quem me tocou?” Existe um toque diferente. Um toque que libera milagre, a unção e esse toque é marcado por fé.
Aquela mulher que estava com hemorragia há doze anos, e que havia gastado tudo, todos os seus recursos, ela fora curada. O que curou aquela mulher? Muitos dizem que foi a unção da cura que estava em Jesus, mas Jesus revela algo tremendo: o que trouxe cura fora o que estava sendo liberado de dentro dela. Jesus fala: “a tua fé te salvou”.
Todos nós temos recursos, mas têm momentos que não são recursos humanos, mas são recursos espirituais. Você pode mudar hoje a sua história. A fé desperta o poder da unção.
Esta mulher ouviu falar de Jesus. Ela saiu de sua casa, não se intimidou pela multidão. A fé que desperta a unção não se intimida pela multidão. Ela não olhou para a sua fraqueza, sua debilidade, ela não olha pela posição que a colocaram de estar constantemente imunda. Na época de Jesus a comunidade judaica usou de várias leis levíticas. Uma mulher, se ela for cumprimentar um rabino, um judeu, ele não toca nesta mulher porque ele não sabe se ela está nos seus dias e ela poderá torná-lo imundo. Lv 15.19
Ela esqueceu a lei, ela enfrentou a multidão, não teve pena dela mesma, e ainda que não tivesse solução ela disse: “basta tocar nele e serei curada”. É uma fé que se movimenta, que estende a mão. Faça a unção sair de Jesus. A mesma unção que estava em Jesus de Nazaré está disponível hoje.
Temos que aprender a ativar essa unção. Faça a unção sair de Jesus. Há algo dentro de você além de problemas. O poder não se manifesta porque não o temos liberado e ativado.
Nós somos como uma lâmpada. Temos o potencial para brilhar. A eletricidade existe, nós não a vemos, mas ela existe. A lâmpada tem um potencial, a eletricidade também, porém, elas têm que se integrar. É necessário liberar o fluxo da eletricidade para que ela chegue até a lâmpada, mas alguém tem que ligar o interruptor.
Você tem que se despertar e quebrar as prisões, os controladores e os jugos. O jugo é algo que se coloca em cima do boi. Mesmo sendo um animal forte é dirigido para onde a pessoas quiserem. Muitas pessoas são dirigidas por satanás, pelo mundo, pela carne, pelo inferno, pelo pecado. E o pecado parece forte, grande e irresistível. Você diz: “eu não consigo me libertar desse pecado e desse comportamento”, mas Jesus quebrou a maldição e o poder do pecado.







COMO LIGAR ATRAVÉS DA FÉ?

Com uma atitude espiritual. A sua necessidade, dor ou sofrimento, não ligam a  fé.

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. Jô 15.7

O “será” está no futuro, mas o “crer” e o “receber” estão no presente. Deus não vai te dar algo, pois ele já te deu. Não duvide, creia!

A oração é a indignação de um homem diante de uma situação. “Como eu sei a vontade de Deus?” No manual do fabricante. A Bíblia, A palavra criativa virá sobre você. Não aceite os obstáculos, ande por fé! Temos que nos posicionar e enfrentar o que estamos passando, pois a unção vence as inconveniências. O que ativa a unção é a oração. Ativar a unção é enfrentar as oposições.
A sua fé é construída não sobre a sua capacidade, mas sobre a revelação de quem Deus é. O que nos sustenta é o caráter de Deus.

Você andará no poder da unção que despedaça todo jugo e toda prisão terá fim em nome de Jesus.

Pr. Fadi Faraj

Este texto é um resumo retirado de uma mensagem ministrada pelo pastor Fadi. Para adquirir esta mensagem na íntegra, entre em contato conosco pelo telefone (61) 3336-4191.
           http://twitter.com/fadifaraj







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